A Mesa Diretora da Câmara de Campinas cumpriu o protocolo e leu na sessão desta segunda-feira (14/03) o texto que cria oficialmente a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Setec sobre o caso da tanatopraxia no necrotério dos Amarais. A presidente da autarquia, Tereza Dóro, recebeu também ontem, o convite para depor na sede do Legislativo no próximo dia 21.
A CPI foi instaurada depois que o vereador Petterson Prado (PPS) obteve as 11 assinaturas necessárias. A comissão vai investigar a realização do curso particular no espaço público sem que a Setec recebesse qualquer quantia. As famílias dos mortos também não eram comunicadas sobre o fato de seus parentes serem usados como objeto de estudo.
Integram a CPI, além de Petterson, Tadeu Marcos (PTB), Arly de Lara Romêo (PSB), Leonice da Paz (PDT), Artur Orsi (PSDB), Sérgio Benassi (PCdoB) e Jaírson Canário (PT).
O suposto comércio e desvio de ossos nos Amarais também fará parte da investigação, que ouvirá, além da presidente da Setec, o ex-presidente Achilli Sfizzo Júnior, parentes dos mortos, os professores que deram as aulas de tanatopraxia e representante da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, que chancela o curso.
A reportagem apurou que há na Prefeitura uma manobra sendo criada para adiar o depoimento de Tereza. Ela, porém, confirma presença
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